Cirurgia plástica ocular em orientais – Como funciona

Cirurgia plástica ocular em orientais – Como funciona

A cirurgia plástica ocular em orientais, ou seja, a blefaroplastia, é extremamente comum. Aliás, para além do rejuvenescimento a região periocular, a cirurgia plástica ocular em orientais visa à ocidentalização das pálpebras.

Para falar como funciona a cirurgia plástica ocular em orientais, hoje vamos entrevistar a oftalmologista Dra. Tatiana Nahas, especialista em oculoplástica e anexos palpebrais.

Cirurgia plástica ocular em orientais – Um pouco de história

Primeiramente, é importante conhecer a origem da cirurgia plástica ocular em orientais. Em 1896, o oftalmologista e cirurgião Kotaro Mikamo, criou a técnica da ocidentalização das pálpebras. Sendo assim, o objetivo inicial da blefaroplastia criada por Mikamo era construir a prega palpebral, ausente em cerca de metade dos orientais do leste asiático (China, Japão, Coreia do Sul etc.).

“Naqueles em que a prega existe, ela mede de 4 a 8 mm. Dessa forma, essa prega é pequena quando comparada à prega dos ocidentais, que mede cerca de 10 mm. Portanto, os orientais do leste asiático possuem uma anatomia palpebral diferente em que a altura entre as pálpebras superiores e inferiores é menor do que a das populações ocidentais. E é justamente essa característica (prega palpebral pequena) que dá aos olhos o formato amendoado”, explica Dra. Tatiana.

Você sabia?

O formato amendoado dos olhos em povos do leste asiático pode ter relação com a necessidade dos ancestrais de adaptação ao clima frio e a luminosidade excessiva do sol refletida na neve.

Finalmente, a técnica criada por Kotaro Mikamo se popularizou, especialmente após a Segunda Guerra Mundial. O motivo é que muitos asiáticos acabaram emigrando para países ocidentais. Com isso, desejavam uma aparência mais “ocidentalizada”. Mas, mesmo após tantos anos, a blefaroplastia continua sendo uma das cirurgias plásticas mais procuradas por japoneses, chineses e coreanos.

Cirurgia plástica ocular em orientais – Como funciona

Agora que já conhecemos um pouco da história da ocidentalização das pálpebras, vamos falar sobre como funciona essa técnica.

De acordo com Dra. Tatiana, graças à ausência ou à diferença da altura da prega palpebral, a gordura da região periorbital é mais evidente nos asiáticos. “Como consequência, o paciente apresenta sinais de cansaço, inchaço e olhos caídos. Outro ponto importante é que as mulheres asiáticas sentem bastante dificuldade na hora de usar maquiagens nos olhos, como delineadores e sombras, por exemplo”.

“Acima de tudo, é importante esclarecer que ao longo do tempo, as técnicas de ocidentalização das pálpebras evoluíram bastante. Anteriormente, a cirurgia visada ao aumento da prega palpebral. Contudo, hoje procuramos manter a dobra nos pacientes que a possuem e removemos o excesso de pele, quando há necessidade”, aponta a oculoplasta. 

“Já nos pacientes que não possuem a prega, a construímos e removemos o excesso de pele para que a prega fique mais visível. Dessa maneira, é possível manter as características étnicas, com um resultado mais natural possível”, reforça Dra. Tatiana.

A importância de procurar um especialista

Enfim, é crucial entender que a região ocular é extremamente complexa, pois envolve todo o sistema visual. Desse modo, é muito importante procurar médicos, como o oftalmologista especialista em cirurgia plástica ocular, que tem conhecimento profundo sobre todas as estruturas que compõem o sistema visual.

Por fim, é fundamental que esse especialista tenha experiência na cirurgia plástica ocular em orientais. Isso porque o planejamento cirúrgico precisa ser minucioso, com indicação que possa possibilitar alcançar um resultado mais natural possível. Na verdade, a construção da dobrinha nas pálpebras deve ser muito precisa, uma vez que milímetros, nesses casos, podem fazer toda a diferença”, conclui Dra. Tatiana.

Dra. Tatiana Nahas é oftalmologista especialista em cirurgia plástica ocular e trata o terçol recorrente com a luz intensa pulsada em seu consultório.

O consultório fica na região do Itaim Bibi, na cidade de São Paulo.

Para mais informações, ligue para (11) 3071-3423

Matéria produzida pela jornalista pela Leda Maria Sangiorgio MTB 30.714 É expressamente proibida a cópia parcial ou total do material, sob pena da Lei de Direitos Autorais, número 10.695. 

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